Então caminhei em sua direção, com cuidado a cada passo.
Quando me ajoelhei para ficarmos à mesma altura, ela estremeceu.
Foi leve, mas me afetou.
Mantive minhas mãos à vista, com as palmas abertas.
"Está bem", eu disse. "Você está segura. Diga-me o que há de errado."
Seus dedos torceram a barra da blusa do pijama até que o tecido ficasse esticado.
"Minhas costas", ela sussurrou novamente. "Dói o tempo todo. Mamãe disse que foi um acidente. Ela me disse para não te contar. Disse que você ficaria bravo e as coisas piorariam."
Senti um nó no estômago.
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