Quando voltei para casa de uma viagem de negócios, minha filha sussurrou para mim: "Papai, minhas costas doem... Mamãe disse que não posso te contar", e tudo mudou.

Ele me abraçou, falou pelos cotovelos e me perguntou o que eu tinha trazido para ele, mesmo que fosse apenas um chaveiro ridículo.

Essa era a imagem que me vinha à mente quando entrei na garagem nos arredores de Chicago e atravessei a casa com minha mala.

Mas a casa estava silenciosa.

Não um silêncio pacífico.

Aquele tipo de silêncio que incomoda.

Coloquei minha mala no chão e chamei, na esperança de ouvir uma vozinha responder da sala de estar ou da cozinha.

Nada.

Eu ainda estava segurando a alça da mala quando ouvi.

Um sussurro.

 

 

 

 

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