Por que me arrependo de ter me mudado para um lar de idosos: 6 verdades difíceis que você precisa saber!

Tudo é ditado pela agenda de outra pessoa. Os pequenos hábitos que antes te faziam sentir vivo — preparar seu próprio café, passear pelo bairro, cuidar das plantas — se tornam lembranças de uma liberdade que vai se esvaindo aos poucos. E uma vez que você a deixa ir, recuperá-la é quase impossível.

2. A solidão pode ser mais dolorosa do que a própria doença.
Os primeiros dias são repletos de adaptação, visitas e telefonemas. Mas, com o passar dos meses, o mundo exterior começa a desaparecer. As visitas tornam-se menos frequentes, as ligações prometidas nem sempre acontecem e o silêncio começa a tomar conta.

Não porque sua família não se importe, mas porque a vida continua e você não faz mais parte do seu ritmo. O prédio pode estar cheio de gente, mas, muitas vezes, reina o silêncio. E há algo profundamente doloroso em esperar por uma ligação que nunca chega.

3. Sem propósito, os dias perdem o sentido.
Em casa, sempre há algo para fazer: cozinhar, consertar coisas, cuidar dos outros, criar. Essas pequenas tarefas dão estrutura à vida. Em um lar de idosos, tudo é feito por você e, sem perceber, você perde o senso de propósito.

Muitos residentes começam a se sentir como cuidadores sem função, presos em uma rotina passiva. Seus corpos ficam imóveis e suas mentes começam a se desligar. É por isso que é tão importante manter um propósito, por menor que seja: ler, escrever, ajudar os outros, cuidar de uma planta ou compartilhar o que você sabe.

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