Os sinais sutis que suas unhas oferecem sobre o tempo, hábitos e autocuidado.

A vida cotidiana também deixa marcas em nossas mãos. As unhas estão constantemente expostas à água, sabonetes, produtos de limpeza, mudanças de temperatura e movimentos repetitivos. Desde digitar e cozinhar até lavar e trabalhar com as mãos, essa exposição repetida afeta gradualmente a textura das unhas. Com o tempo, as unhas podem perder parte da suavidade e desenvolver sulcos visíveis. Essas mudanças não são sinais de descuido — são sinais de uma vida vivida ativamente. Assim como ferramentas desgastadas mostram o uso, as unhas registram silenciosamente anos de esforço, criatividade e responsabilidade.

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As escolhas de estilo de vida também desempenham um papel importante. As unhas são compostas principalmente de queratina, uma proteína que depende de hidratação e nutrição adequadas. À medida que o corpo envelhece, a forma como absorve e utiliza os nutrientes pode mudar, influenciando subtilmente a aparência das unhas. Fatores como hidratação, níveis de stress, qualidade do sono e alimentação em geral afetam a frequência com que novas células das unhas se formam. Embora as linhas verticais sejam geralmente inofensivas, podem servir como um lembrete para rever os hábitos diários — beber água suficiente, nutrir bem o corpo e reservar tempo para descansar.

Em vez de causar preocupação, essas pequenas alterações visuais convidam à reflexão. Estrias verticais nas unhas são comuns e, na maioria dos casos, completamente naturais. Elas não definem a saúde por si só nem preveem problemas futuros. Em vez disso, incentivam uma relação mais atenta com o corpo — uma relação baseada na atenção, e não no medo. Envelhecer não precisa ser visto como uma perda; pode ser visto como adaptação e resiliência. Às vezes, até os menores detalhes, como a superfície de uma unha, podem nos lembrar de cuidar de nós mesmos com paciência, equilíbrio e gratidão pela jornada até aqui.