Alongue cada dedo lentamente, do polegar ao mindinho, e perceberá que cada um liberta a tensão de uma forma diferente. O dedo anelar é quase sempre o ponto ideal, provavelmente devido à sua profunda ligação com a palma da mão. A satisfação é imediata.
Não é necessário um espaço silencioso nem ferramentas especiais. Faça-o na sua secretária, no carro, enquanto vê televisão, espera que a água ferva ou antes de dormir. É uma das formas mais fáceis de aliviar o corpo e a mente.
A maioria de nós não se apercebe do quão cansadas estão as nossas mãos até lhes prestarmos atenção. Depois, a rigidez nas articulações, a dor incómoda na palma da mão, a rigidez que se espalha pelo pulso são evidentes. Alguns segundos de alongamento aliviam tudo.
Pense nisto como lavar o rosto ao final do dia. Não resolve tudo, mas lembra-o de como precisava daquele momento. Crie o hábito e vai notar uma pega mais firme, uma digitação mais fluída, menos fadiga — e até um humor mais leve, porque a tensão em qualquer parte do corpo afeta todo o organismo.
Um pequeno alongamento, um grande alívio
Por vezes, a forma mais rápida de acalmar a mente é com algo tão simples como a ponta de um dedo.
Da próxima vez que se sentir esgotado ou sobrecarregado, faça uma pausa. Envolva a base do dedo anelar com o polegar e o indicador. Alongue suavemente. Respire. Ouça o que o seu corpo lhe diz.
O alívio pode ser tão simples quanto isto. Num mundo construído sobre a velocidade, até o mais pequeno alongamento pode ser um presente — um lembrete para voltar a si mesmo, um momento de tranquilidade de cada vez.