Os benefícios surpreendentes de alongar o dedo anelar.

Porque é que alongar o dedo anelar é surpreendentemente agradável

Usamos as nossas mãos muito mais do que imaginamos. Desde o momento em que acordamos, estão em movimento — silenciando alarmes, atando atacadores, servindo café, digitando, navegando na internet, cozinhando, limpando, carregando coisas, segurando objetos, mexendo em algo. O movimento nunca para e, embora as nossas mãos sejam feitas para isso, a tensão acumula-se silenciosamente. Só nos apercebemos quando uma articulação estala, uma articulação lateja ou um alongamento parece inesperadamente satisfatório.

O alívio surpreendente do dedo anelar
Algo tão simples como puxar suavemente o dedo anelar pode trazer um alívio incrível. Pode parecer instintivo ou aleatório, mas faz todo o sentido. O dedo anelar liga-se, através de tendões, profundamente na palma da mão, no pulso e no antebraço. Alongá-lo liberta a microtensão acumulada durante horas de movimento repetitivo.

Puxe-o lentamente, apenas o suficiente para um alongamento suave, e sentirá — um ligeiro afrouxamento, um toque de calor, talvez até um pequeno estalido. É a sua mão a agradecer. Pressionar ou massajar a base do dedo amplifica o efeito. Esta região é rica em terminações nervosas, e estimulá-la melhora a circulação e alivia a tensão. A reflexologia, acupressão e alongamentos das mãos incluem movimentos semelhantes. Não precisa de acreditar em nada místico para apreciar a sensação de bem-estar que o relaxamento muscular proporciona.

Mais do que alívio físico
Parte do conforto é físico. Os dedos ficam rígidos após longas horas a escrever ou a segurar objetos. Cada movimento repetitivo alimenta a tensão. Alongar o dedo anelar abre as articulações e alonga os tendões, como alongar o gémeo após uma longa caminhada. Não é um tratamento, apenas uma manutenção, um pequeno estímulo corretivo que o seu corpo acolhe instantaneamente.

Mas o benefício mais profundo é mental. A vida passa depressa. Corremos de uma tarefa para a outra sem nos apercebermos do desgaste. Um rápido alongamento dos dedos interrompe o piloto automático. Os ombros relaxam, a respiração acalma, os pensamentos acalmam. É um micromomento de mindfulness disfarçado de gesto casual.

Concentrar-se numa parte do corpo que normalmente ignora traz uma sensação de ancoragem. É simples, íntimo e reparador. É por isso que as pessoas puxam instintivamente os dedos enquanto pensam ou relaxam — é um sinal físico que abre uma porta mental.

Alongue os dedos, um de cada vez

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