Minha sogra estava determinada a me constranger no nosso casamento. Ela pegou o microfone, parou a música e, com um sorriso debochado, disse: "Vai em frente. Cante a cappella; mostre do que você é capaz." Uma onda de entusiasmo percorreu o salão enquanto as pessoas levantavam seus celulares, prontas para me ver sofrer. Minha garganta apertou, minhas mãos tremeram e meu marido se inclinou, murmurando: "Você não precisa fazer isso." Balancei a cabeça e fui até lá mesmo assim. "Tudo bem", eu disse. E assim que comecei a cantar, as risadas cessaram, porque eles não faziam ideia de que eu já havia me apresentado em palcos muito maiores do que aquele.
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