Meu marido viajou secretamente por 15 dias com sua "melhor amiga", e no dia em que ele voltou, fiz-lhe uma pergunta que o deixou paralisado: Você sabe que doença ela tem?

“Fui informada de que você tem uma criança em casa. Que tipo de circo você está fazendo, James? Nossa família não pode se dar ao luxo de nenhum escândalo. Essa criança não é uma de nós. Ela não tem sobrenome, não tem história. Faça a coisa certa e devolva-a para onde ela pertence.”

James apertou a carta com força. Não a rasgou. Não era do seu feitio. Simplesmente a colocou sobre a lareira e observou-a queimar lentamente.

Pela primeira vez em anos, ela sentiu que tinha algo a defender.

E eu faria.

Ainda.

Parte 5: O Julgamento Social. Começaram a circular rumores. Uma empregada doméstica que acolhia crianças de rua. Um milionário recluso que “adotava” sem documentos. Alguns vizinhos falavam de escândalos, tráfico de pessoas e até chantagem.

As redes sociais explodiram quando um repórter de tabloide publicou uma foto borrada de Leo e James no jardim.

"Filho ou distração da mídia?", dizia a manchete.

James os ignorou.

Até que funcionários do governo chegaram à porta.

"Recebemos denúncias anônimas", disse a mulher da DIF. "Precisamos realizar uma investigação."

Leo agarrou-se às calças de James como se estivesse prestes a ser arrancado de volta ao mundo.

James respirou fundo.

E, pela primeira vez em anos, parou de funcionar.

—Você realmente quer levar essa criança embora… só para devolvê-la ao nada?

O operário olhou para ele. Depois para Maria. Depois para Leo.

E ela suspirou.

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