Meu marido viajou secretamente por 15 dias com sua "melhor amiga", e no dia em que ele voltou, fiz-lhe uma pergunta que o deixou paralisado: Você sabe que doença ela tem?

Leo ficou.

E não como convidado.

Não como uma criança temporária, nem como um ato de caridade.

Permaneceu como parte de algo que James Lancaster não sabia que ainda era capaz de construir: uma família.

Durante as primeiras semanas, tudo era novidade. Para todos.

Leo não falava muito. Dormia com um cobertor puxado até a cabeça, como se tivesse medo de que alguém o levasse embora no meio da noite. Comeu devagar no início, esperando que alguém lhe tirasse o prato. Quando James tentou abraçá-lo, o menino se enrijeceu como se esperasse um soco.

Mas aos poucos… o gelo começou a derreter.

Certa manhã, James encontrou um desenho em sua mesa. Era um rabisco infantil da casa, com ele, Leo e Maria de mãos dadas. Acima do telhado, um sol gigante e torto sorria.

"Foi você que fez isso?", perguntou James.

Leo assentiu com a cabeça, com os olhos brilhando.

James não disse nada. Simplesmente pegou o desenho, emoldurou-o e pendurou-o no estúdio.

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