DURANTE NUESTRA CENA DE ANIVERSARIO, ME PARÉ FRENTE A GENTE COM UN OJO MORTADO.

Pela primeira vez naquela noite, Mark pareceu abalado. Ele examinou a sala, buscando apoio, mas não encontrou nenhum. Seus colegas de trabalho evitaram seu olhar. Um amigo empurrou silenciosamente a cadeira para trás. Até mesmo sua mãe o encarou com algo parecido com vergonha.

Emily se virou para mim. "Você não precisa mais enfrentar isso sozinha", disse ela gentilmente.

Algo dentro de mim finalmente cedeu — não em colapso, mas em alívio. Saí do aperto de Mark. Então dei outro passo. A distância entre nós pareceu como o ar voltando aos meus pulmões.

“Chega”, eu disse, em voz baixa, mas firme. “Estou indo embora.”
Mark soltou uma risada forçada, tentando se recompor. “Você está exagerando. Está fazendo um escândalo.”

“Não”, disse Emily calmamente. “O que é constrangedor é pensar que você nunca será responsabilizado.”

Os funcionários do restaurante pararam de fingir que não viam nada. Um gerente ficou por perto. Alguém já havia contatado a segurança. Lauren começou a chorar, insistindo que era "apenas um assunto de família". Denise permaneceu em silêncio.